A produção de mobiliário moderno, incluindo peças para projeto original do Itamaraty em Brasília, prédios projetados no Rio desde os anos 1960, stands de feiras internacionais e o pioneirismo nos shoppings centers marcam a atuação do profissional.
A trajetória profissional de Bernardo Figueiredo é revista em exposição no Museu da Casa Brasileira – instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo – e em livro publicado pela Editora Olhares a partir de 17 de julho, com o título “Bernardo Figueiredo: designer e arquiteto brasileiro”.
“A produção de Figueiredo está situada no cruzamento da arquitetura, urbanismo, design de mobiliário, design de interiores, cultura e suas inter-relações transdisciplinares. O que motivou estes cruzamentos? Bernardo foi um homem de pensamento aberto e sua identidade profissional sempre esteve imbricada com as condições culturais e sociais do Rio de Janeiro de seu tempo. Ele se envolveu em diferentes experiências profissionais e humanas, sempre com uma atitude aberta e positiva, expandindo suas práticas criativas em direções interdisciplinares e em constante fluxo no Brasil e no exterior”, diz Maria Cecilia Loschiavo.


Imigrante nos Estados Unidos, Gustavo Miotti publica “Crônicas de uma Pandemia” com reflexões intimistas sobre ditaduras e democracias a partir da queda do Muro de Berlim.


Pois é, além do Dia dos Namorados, 12 de junho também é o
Enfim, perante aos homens nada mais é do que gerar compreensão, cuidado com o outro, se colocar no lugar e não olhar apenas para o próprio “umbigo”.

