A internet, muitas vezes, é vista como inimiga da educação. Retratada como um ambiente descontrolado onde sobra material pornográfico, inutilidades várias e artigos de cultura inútil. Mas alguns profissionais, atualizados com as evoluções no mundo da comunicação e da web, enxergam esse mundo possível com outro olhar: nessa terra sem lei, sobram oportunidades, mesmo que anárquicas, de conhecimento, ferramentas usáveis na sala de aula e fora dela, úteis na hora de manter o aprendizado dos alunos em momentos de diversão e descontração.
A Wikipédia é um dos exemplos mais claros de como o digital pode favorecer o conhecimento e o desenvolvimento intelectual. Com 7,5 milhões de artigos, o site colaborativo pode ser alterado por qualquer um e se apresenta como uma poderosa ferramenta educacional. O site possui vários portais de conteúdo educativo com materiais de Arte, História, Matemática e Filosofia.
Mas é importante deixar claro que a internet só é fonte de conhecimento quando o usuário procura por esse conhecimento. Caso contrário, a criança ou o jovem desviarão de todo e qualquer conteúdo interessante e atingirão materiais que não agregarão a sua formação.
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Categoria: Artigos Jornalísticos
Prática de esportes na infância
A prática da atividade física é, sem dúvida, primordial para a qualidade de vida e, nesse sentido, o esporte é uma dos exercícios que mais trazem benefícios ao organismo. Porém, na infância, a prática de esporte deve ser monitorada, pois diversas partes do organismo estão se formando ou desenvolvendo.

Na infância todas as decisões são tomadas pelos pais, e por isso deve-se tomar cuidado com as modalidades esportivas que são escolhidas para a criança. “É preciso estar muito atento para que não se cobre da criança um nível de desempenho não compatível com a sua idade. O esqueleto em crescimento pode ser muito lesado se receber uma carga de treinamento muito grande. Da mesma forma, a criança pode se desmotivar se perceber que não corresponde às expectativas dos adultos em relação ao seu desempenho, podendo assim desistir da atividade, sem ter a oportunidade de atingir seu potencial”, esclarece a ortopedista do Hospital do Coração – HCor, Patrícia Moreno Grangeiro.
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Tratamentos Estéticos durante a gestação
A gestação é uma fase na qual ocorrem muitas mudanças na vida da mulher, tanto do ponto de vista emocional como estético. Em relação a forma física, ela apresenta modificações visíveis: os seios crescem, o abdome pode sofrer com o acúmulo de gordura, os hormônios alteram o cabelo e a pele, existe o risco de aparecerem estrias. Por isso, o cuidado com o corpo durante a gestação é fundamental, pois influencia no bem estar da futura mamãe e contribui para uma rápida recuperação pós-parto.
“A gravidez é um tempo de transformações psicológicas, hormonais e estéticas. Torna-se necessário manter os cuidados com o corpo e adequá-los a essa fase, sempre com acompanhamento e aprovação do ginecologista”, destaca a médica dermatologista Dra. Marcella Delcourt, sócia-diretora da Melo Delcourt Clínica de Dermatologia, Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica e colaboradora do grupo de Alergia e Fototerapia da Santa Casa de São Paulo.
Para saber quais as principais transformações que ocorrem neste período e os cuidados que a mulher deve ter com seu corpo, entrevistamos a Dra. Marcella Delcourt que fala sobre os tratamentos estéticos – facial e corporal – que podem ser realizados durante a gravidez. Ler mais
Viver despenteada
Hoje aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie, por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade…
O mundo é louco, definitivamente louco…
O que é gostoso, engorda. O que é lindo, custa caro.
O sol que ilumina o teu rosto enruga.
E o que é realmente bom dessa vida, despenteia…
– Rir às gargalhadas, despenteia.
– Viajar, voar, correr, entrar no mar, despenteia.
– Tirar a roupa, despenteia.
– Beijar à pessoa amada, despenteia.
– Brincar, despenteia.
– Cantar até ficar sem ar, despenteia.
– Dançar até duvidar se foi boa idéia colocar aqueles saltos gigantes essa noite, deixa seu cabelo irreconhecível…
Então, como sempre, cada vez que nos vejamos eu vou estar com o cabelo bagunçado… mas pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida.
É a lei da vida: sempre vai estar mais despenteada a mulher que decide ir no primeiro carrinho da montanha russa, do que aquela que decide não subir. Ler mais
11 expressões usadas pelas mulheres…..e seus significados:
1 – “Certo”: Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e você precisa se calar.

2 – “5 minutos”: Se ela está se arrumando, significa meia hora.
“5 minutos” só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para ver o futebol antes de ajudar nas tarefas domésticas.
3 – “Nada”: Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que começam em “Nada” normalmente terminam em “Certo”.
4 – “Você que sabe”: É um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando, e nessa hora você tem que saber o que ela quer…e não diga que também não sabe!
5 – Suspiro ALTO: Não é realmente uma palavra, é uma declaração não-verbal que frequentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que você é um idiota e que ela está imaginando porque ela está perdendo tempo parada ali discutindo com você sobre “Nada”. Ler mais
Pérolas do RH… só as Top
Respostas reais dadas por candidatos à vagas de emprego, extraídas da Revista Exame.
Entrevistador – Então, você está construindo uma networking?
Candidato – Veja bem, eu não sou engenheiro, sou administrador.
Entrevistador – Como você administra a pressão?
Candidato – Ah, tranqüilo. 11 por 7, no máximo 12 por 8.
Entrevistador – Manter sempre o foco é muito importante. E me parece que você tem alguns lapsos de concentração.
Candidato – O senhor poderia repetir a pergunta?
Entrevistador – Como você se sente trabalhando em equipe?
Candidato – Bom, desde que não tenha gente dando palpite, me sinto muito bem.
Entrevistador – Como você se definiria em termos de flexibilidade?
Candidato – Ah, eu faço academia. Sou capaz de encostar o cotovelo na nuca.
Entrevistador – Nós somos uma empresa que nunca pára de perseguir objetivos.
Candidato – Que ótimo. E já conseguiram prender algum?
Entrevistador – Vejo que você demonstra uma tendência para discordar.
Candidato – Muito pelo contrário.
Entrevistador – Em sua opinião, quais seriam os atributos de um bom líder?
Candidato – Ah, são várias coisas. Mas a principal é ter liderança.
Entrevistador – Quais seriam seus pontos fracos?
Candidato – Ah, é o joelho. Até tive de parar de jogar futebol.
Entrevistador – Há alguma pergunta que você queria me fazer?
Candidato – Eu parei meu carro lá na rua. Será que eu vou ser multado?
Entrevistador – Como você pode contribuir para melhorar nosso ambiente de trabalho?
Candidato – Bem, eu começaria trocando a recepcionista, que é muito feia.
Entrevistador – Por que, dentre tantos candidatos, nós deveríamos contratá-lo?
Candidato – Eu pensei que responder a isto fosse seu trabalho. (essa é a melhor !)
Artigo: Aprendendo a ensinar
Em debates sobre os rumos da educação, não é difícil ouvir o argumento de que “quem faz a escola é o aluno”. A frase feita guarda uma armadilha, ao tirar a responsabilidade do educador na formação dos jovens. É bem verdade que de nada adianta um professor extremamente culto e didático se sentado na carteira há um aluno apático. O inverso, porém, é mais perigoso. A sede de conhecimentos de um estudante pode ser inibida, se defrontada com mestres pouco comprometidos, gerando graves deficiências no aprendizado.
Não deixa de ser um alívio, portanto, observar que Fernando Haddad e Paulo Renato Souza, respectivamente, ministro e secretário paulista da Educação, assumem a incumbência de melhorar a qualidade do ensino. Em um debate promovido pelo jornal o Estado de S.Paulo, ambos concordaram que a formação do professor deve sofrer mudanças radicais para aprimorar a preparação dos jovens para o mundo.
O governo paulista pode estar alguns passos à frente na solução do problema. Além de oferecer um curso específico a todos os professores aprovados em concursos públicos, o secretário Paulo Renato reconhece: “Em outros países, onde temos resultados melhores que os nossos em matéria de aprendizagem dos alunos, a formação de professores está muito centrada na prática, em estágio nas escolas.” A visão do ex-ministro merece destaque porque, ao se discutir a carreira dos educadores, se olha sempre para frente, questionando remuneração e aposentadoria, mas pouco se atenta para os primeiros passos dessa caminhada. Ler mais
